quarta-feira, 19 de março de 2008

Ruy E. FilhoÉ muito tarde para não te amar.
Tudo o que ouço é o sopro do teu nome.
O que sinto é teu corpo, que consome -
presente, ausente - o meu corpo.

Pagano Sobrinho

O dia de amanhã ninguém usou.
Pode ser seu.